No final do mês de maio, o Governo Irlandês anunciou uma série de mudanças que afetam estudantes não europeus.

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O que muda:

O programa deixa de ter duração de um ano e passa a ter duração de oito meses. Até então os estudantes ficavam 6 meses com aulas e tinham mais 6 meses de férias. A partir de 1 de outubro de 2015 quem optar por estudar na Irlanda terá 6 meses de estudo e + 2 meses de férias.

Vistos (GNIB) emitidos até 30 de setembro entram na regra dos 6+6. Vistos emitidos a partir de 1 de outubro já são incluídos na nova regra, independente da data que o estudante entrou no país ou iniciou o curso.

Todas as escolas de inglês para estrangeiros terão que cumprir com novas exigências, incluindo declaração de propriedade, diretores, estrutura física e capacidade de ensino. Além disso, também a partir de outubro, todas as escolas deverão oferecer obrigatoriamente proteção aos alunos em caso de fechamento. Essa segurança pode ser garantida através de um grupo de escolas (como o MEI) que se compromete a acolher os estudantes da escola que teve suas atividades encerradas ou um seguro como o Learner Protection.

O que não muda com as novas regras:

  • Os alunos ainda podem renovar o curso de inglês duas vezes, totalizando dois anos de permanência no país como estudante de inglês.
  • A permissão de trabalho mantém-se a mesma: 20 horas semanais durante o período de aulas e 40 horas semanais durante as férias, desde que estejam nos meses de maio à setembro e entre 15 de dezembro e 15 de janeiro.
  • A quantia a ser comprovada para solicitação do visto continua sendo de 3 mil euros.
  • O valor do visto continua sendo de 300 euros.

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As mudanças foram necessárias porque diante de tanta facilidade, houve um número significativo de estudantes que se aproveitavam da permissão longa de trabalho para encontrar na Irlanda um destino de trabalho e não de estudo, o que resultou em escolas não comprometidas com a qualidade de ensino, chamadas de “fábricas de vistos”. A escola lucrava com o estudante que pagava pelo curso para obter o visto e não comparecia às aulas, o estudante lucrava com uma permissão de trabalho na Europa e a longo prazo e em grande quantidade, isso causou um dano imenso à imagem do país enquanto destino de intercâmbio.

Acreditamos que a longo prazo as mudanças serão benéficas para todos os envolvidos, apesar do choque inicial da mudança de planos para muitos que contavam com os 12 meses de permanência.

Nossa equipe está à disposição para solucionar quaisquer dúvidas e continuar planejando um intercâmbio de sucesso com cada um de nossos Exploradores!

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